#4 Cammaradas inspiradores

As mãos do futuro

Próteses de mãos impressas em 3D trazem qualidade de vida e sorriso para crianças com deficiência

A Dra. Maria Elizete Kunkel, professora adjunta de Engenharia Biomédica da UNIFESP, é formada em física na UFC (faculdade federal do Ceará), fez mestrado da USP em biomecânica, e PhD em Biomecânica (Universität Ulm, Alemanha). Hoje é coordenadora do projeto Mão3D Programa de Pesquisa e Extensão – Protetização e Reabilitação de Membro Superior com Tecnologia de Impressão 3D e hoje ela bate um papo com a gente para falar sobre o mundo da impressão 3D e seus projetos.

  1. Como surgiu a ideia de executar o projeto de próteses de mãos impressas em 3D?

Depois de fazer doutorado na Alemanha, voltei para o Brasil e me vi na mesma situação que a maioria das pessoas que terminam os estudos. Você tem que dar continuidade a pesquisa(ou a mesma pesquisa da área de estudo) ou o ideal é formar uma nova pesquisa. Preferi a segunda opção pois queria trabalhar já com próteses e órteses, mas não sabia exatamente o que.

  1. Quais foram as dificuldades encontradas para implementar esse projeto? (Podem ser dificuldades técnicas e/ou burocráticas.)

Após o meu período na UFBC, fazendo os testes com os primeiros voluntários, eu acabei descobrindo que tinha muitas dificuldades do projeto. Apesar de ser basicamente baixar pela internet o modelo, e imprimir, não era só isso. Então eu fui estruturando o que é que o projeto na área de prótese tem que ter para ele realmente funcionar.  E assim fui implementando alguns conceitos que até então não eram utilizados na pesquisa. Nós criamos inicialmente a reunião dos alunos aqui da Unifesp no curso de engenharia biomédica, fizemos uma campanha de crowdfunding o que foi o passo inicial para a gente começar a pesquisa.

Eu entrei aqui em 2014, em um momento em que se falava na universidade que o dinheiro da pesquisa tinha acabado, não se tinha mais recurso, e quem entrasse naquele momento, não teria laboratório. Não se tinha nada para fazer pesquisa pois começou a ficar uma situação que havia uma limitação muito grande de recursos. Editais foram sendo cancelados, foram cortados. Então eu já entrei na universidade com essa realidade, não tinha dinheiro para nada. Eu tive que ir empreendendo, no sentido de encontrar uma solução para reunir uma estrutura para desenvolver a pesquisa. E que eu pudesse dar continuidade nessa pesquisa também. Para isso contei com ajuda de muitos voluntários e alunos da graduação e do mestrado da universidade,  pessoas de fora. E as dificuldades foram sendo superadas à medida que a gente foi encontrando uma solução. Por exemplo, não é só imprimir a prótese. Você vai baixar o modelo, e depois imprimir. Mas ela tem que ser escalado exatamente para o tamanho daquela pessoa. Essas provas foram feitas em cima modelos americanos, sendo que a estrutura e proporção do brasileiro é diferente.

Então a gente tem que ter em mente que para trabalhar nessa área, uma pessoa só não vai dar conta, tem que ter o design, um engenheiro mecânico e a pessoa para trabalhar só na parte da impressão. E aí tem a participação muito importante dos profissionais da área da saúde, porque sem a estrutura da área da saúde, você tem uma prótese que não será funcional. Começamos a ter a colaboração de pessoas dessa área, e principalmente de terapeutas ocupacionais. A gente percebeu que não era só fazer a prótese, era fazer a prótese com a participação da pessoa que iria utilizá-la depois. E também fazer uma boa boa reabilitação. E esse modelo utilizando prótese de membro superior feita por impressão 3D, não existia nada no Brasil não tinha nenhum livro, nem manual e nenhuma orientação. As pessoas que trabalham com Terapia Ocupacional saem da universidade sem nunca ter trabalhado com esse tipo de instrumento. Nós praticamente começamos do zero, aprendendo, errando e fazendo da maior e melhor maneira possível.

Próteses de mãos impressas em 3D.

E outras dificuldades foram da parte de legislação, quando começaram a surgir esses modelos de próteses, não se sabia muito a respeito dos registros legais e reconhecimentos de médicos profissionais. Eu fui estruturando o que pode e o que não pode, e a gente foi tentando resolver. Por exemplo, a prótese no Brasil precisa ser prescrita por alguém da área da saúde, pois ela é um dispositivo médico.  Eu posso fazer uma prótese, mas eu não posso dar diretamente para uma pessoa, eu posso ter um terapeuta ocupacional no grupo que vai para prescrever a prótese, então ele vai assinar por esse documento.

Em relação a ANVISA, a princípio avisa não sabiam muito o que dá de resposta para nossas perguntas. Depois de alguns eventos lá, eles definiram que esse tipo de prótese pode ser feito, não precisa ter o registro da Anvisa contanto que ela não seja vendida. Então para comercializar uma prótese de membro superior tem que ter um registro da ANVISA. Como nosso caso, nós criamos um projeto social em que nosso objetivo era fazer, aprender, realizar a pesquisa e fazer a doação. Nós não tivemos que enfrentar essa dificuldade de ter o registro da estrutura onde vai ser produzida a prótese.

Em relação a burocracias, foram todas essas questões que a gente foi contornado. Eu fui tentando conseguir bolsas para manter um pouco mais os alunos no laboratório, para dar uma estrutura em que eles pudessem ficar no laboratório.

E a gente foi fazendo contato com as empresas também, isso foi uma ponto muito importante porque estavam surgindo novas empresas no Brasil criando impressoras 3D de baixo custo, e elas queriam mostrar para a sociedade também que essas impressoras teriam a possibilidade de desenvolver vários dispositivos, inclusive uma prótese que poderia ajudar alguém a ter um pouco mais de independência. Nós começamos a fazer contato com as empresas que algumas doaram materiais, outras a própria prótese. E as pessoas começaram ajudar no sentido de acessórios para fazer as próteses, e como estamos em uma universidade federal nós não podemos receber doações monetárias em dinheiro, tem todo um trâmite para isso e nós optamos por não receber dinheiro. Mas nós temos recebido colaboração de empresas nesse sentido. Para utilizar um scanner que a gente não tinha, um laboratório de uma empresa que faz escaneamento leva o paciente lá sem cobrar nada por isso. Nós fomos contornando de um jeito que hoje eu tenho uma estrutura montada, eu tenho um laboratório, tem material para trabalhar e ainda bem que a gente teve sempre a colaboração de pessoas voluntárias que muitas vezes entram no projeto participam sem nenhum interesse, às vezes a pessoa entra lá e não quer nem fazer o mestrado ou outro título, ela realmente só ajudar e colaborar.

  1. Comparando com métodos de fabricação tradicionais, como a impressão 3D ajudou na produção das próteses biomecânicas?

Falando ainda só sobre as próteses de membro superior, o processo convencional de uma de produzir uma prótese de membro superior consiste em a pessoa tem que ir lá na clínica que geralmente tem uma oficina que faz as medidas. Então a pessoa  tem que ir lá na cidade onde se faz a aquisição dessas medidas, depois é feito o modelo específico para aquela pessoa. Se ela tem uma necessidade de uma prótese de membro superior, tem que ser avaliado qual nível de amputação, qual é a necessidade dela. A prótese pode ter uma função só estética, de apenas parecer com uma mão real, ou ela pode ser uma prótese articulada mas de um modo mecânico, ou ela pode ser mil elétrica quando é automática e tem motores adoradores que o movimento de determinado músculo vai fazer o acionamento dessa prótese. Esses três tipos  têm uma variação de custo que depende da qualidade que ela é feita. Essas próteses mais automatizadas que eu falei elas geralmente são importadas e elas têm um custo muito alto que pode chegar de R$100.000 a R$ 200.000. É um dispositivo inacessível financeiramente para uma boa parte da população.

As pessoas que precisam de uma prótese são  crianças que nasceram com essa deformidade, que durante a gestação não formaram as mãos. E uma criança para receber uma prótese é bem complicado porque a criança vai crescendo e ela precisa trocar a prótese, por esse motivo o SUS não fornece prótese de membro inferior para crianças, somente quando elas param de crescer atingindo a fase adulta.

Outro exemplo de pessoa que precisa de prótese,  são as pessoas que trabalham e tiveram um acidente de trabalho e perderam parte da mão. Tem casos também de pessoas que sofreram tiveram câncer ou alguma outra doença, mas o grande número mesmo de pessoas com necessidade da prótese são as que tiveram acidente de trabalho. Essas pessoas que trabalham com a mão porque justamente são trabalhadores manuais, não tem uma formação em outra área. Com isso, quando tem um acidente que essa pessoa perde a mão e  não recebe uma outra mão ela vai ficar sem, pois a lista de espera do SUS é muito grande, e a qualidade das próteses são muito limitadas.

Se escuta muito caso em que a prótese não foi bem adaptada para o tamanho da pessoa causando uma taxa de pessoas que abandonam o uso das próteses convencionais muito alta, em torno de 90%.

A vantagem da impressora 3D é que você pode fazer em diferentes materiais. Nós utilizamos um método aqui que ele usa basicamente polímeros (plástico), você tem variação de cores desses materiais, alguns são mais resistentes e mais leves do que outros materiais convencionais. Existe a opção de mudar o design da prótese, podendo ter a liberdade de fazer o modelo que você quiser. Inclusive são feitos próteses com desenhos que remetem ao super-herói, e são estímulos muito grandes para as crianças utilizarem.  Aquelas crianças não se sentem como se tivesse perdido a deficiência, mas elas têm agora o diferencial que as outras crianças admiram. Isso ajuda na reabilitação também. E outra vantagem é que as impressoras que nós utilizamos, são de baixo custo. Então não precisaria de um equipamento muito caro para desenvolver as próteses.

Os modelos que nós utilizamos são Open Design, eles têm uma licença que permite que qualquer pessoa baixe e utilize e até  melhore o modelo, mas ele não pode ser vendido. Ninguém pode monetizar em cima dessas próteses. Já tiveram muitos casos polêmicos de pessoas que acharam que iam ficar ricas com esse modelo e começaram a fazer as próteses e vender. Por fim, a A1 internacional ficou sabendo, então essa pessoa praticamente ficou queimada no mercado. Esses são os projetos que eles só chegaram ao ponto em que eles estão porque é um trabalho colaborativo, todo mundo que trabalha está fazendo para o bem daquela pessoa que vai receber.  Mas infelizmente sempre tem alguém que acha que tem um caminho mais rápido de conseguir ganhar dinheiro em cima de uma deficiência, ou de uma dificuldade que uma pessoa tem. 

  1. Em relação ao resto do mundo, como está o Brasil na confecção de próteses impressas em 3D?

A ong ANAB que foi criada nos Estados Unidos ela tem ramificações em vários países, em que estão utilizando os modelos. No nosso caso criamos um projeto próprio,  um programa de extensão dentro da Universidade chamado “Mãos 3D”, e dentro desse programa nós começamos a fazer pesquisas de vários outros tipos de próteses. Com o norral que nós tivemos em produzir as próteses de membro superior basicamente prótese de mão e braço, nós começamos a levantar a possibilidade de utilizar a mesma metodologia para fazer outros tipos de próteses e órteses.

Hoje eu tenho no grupo mais ou menos 12 projetos, onde temos a possibilidade de desenvolver próteses ou órteses de várias partes do corpo. A gente fala que é da cabeça ao pé porque nós temos prótese de orelha que está sendo desenvolvido, de nariz, membro superior, prótese ou órtese para membro inferior, tem também um modelo de prótese/órtese de quadril para bebês precisam ficar imobilizados no quadril durante muito tempo. Também temos um projeto que estamos desenvolvendo junto com hospital municipal, onde o objetivo final é que a prótese vá para o mercado na forma de doação, projeto social ou mesmo comercializado.

Tem um projeto de mestrado que foi concluído agora, onde minha aluna desenvolveu uma  prótese de orelha, que foi desenvolvida uma startup, e ela já está comercializando para o  Brasil inteiro.

Os projetos que nós desenvolvemos são bem pés no chão. Muitos alunos chegam para mim com idéias maravilhosas e fantásticas para fazer uma prótese usando o poder da mente, os ângulos, símbolo, elétron… Mas eu sempre tento colocar os pés no chão. Qual projeto que conseguimos fazer em dois anos e que já seja utilizado pelas pessoas? Por isso tem que ser algo simples e funcional.

Ou seja, para um projeto inovador, vamos ter que usar todos os recursos da tecnologia que são de baixo custo e que tenha um resultado lá na frente. Então com essa ideia das próteses nós começamos a desenvolver vários projetos que são os que eu tenho hoje no meu grupo de pesquisa.

  1. Além das inúmeras vantagens práticas, as próteses impressas em 3D resgatam a autoestima de crianças e adultos de forma econômica. Como facilitar ainda mais o acesso das pessoas com deficiência às próteses?

No Brasil nós temos um número muito alto de pessoas com deficiência. Desde o começo, quando entramos para fazer o projeto, eu busquei grupos sobre esse assuntos e vivências nas redes sociais para conhecer um pouco mais a realidade das pessoas. Eu acho que isso é um diferencial também dos nossos projetos, nós não ficamos somente lá dentro da Universidade no laboratório.  Nós temos muitas atividades fora, então cada vez que você interage com as pessoas que precisam das próteses, a gente aprende muito. Então nesses grupos virtuais a gente vai aprendendo muito sobre a realidade deles. E conversamos também muito com as pessoas da área da saúde, com as empresas que produzem esse tipo de dispositivo. Queremos chegar ao ponto em que nós tenhamos um dispositivo que seja de baixo custo mas que tenha uma boa funcionalidade.

  1. Como facilitar ainda mais o acesso das pessoas com deficiência às próteses?

Essa pergunta eu não sei te explicar qual seria a melhor alternativa. O ideal seria que tivesse implantada dentro do SUS, se tivesse um  órgão público que se responsabilizaria para fazer toda essa logística. Mas eu acho também que é complicado de ser desenvolvido no SUS, porque é tudo muito novo e muito recente no Brasil.  O que existe são ações pontuais como a nossa que tentam atender aqui e ali um número x de pessoas. Nós não fazemos chamadas e não temos lista de espera, as pessoas vão entrando em contato e nós vamos priorizando de acordo com quem tem mais necessidade. Por exemplo uma criança que nasceu sem as mãos ela já nasceu sem e está adaptada em viver sem elas. É um direito dela querer uma prótese, a gente tem interesse em que a criança tenha a oportunidade de escolher se ela quer ficar ou não com a prótese.  Mas quando aparece por exemplo, uma criança que perdeu a mão por conta de um acidente, já é uma prioridade maior porque a criança vai ter que se adaptar, e o ideal seria ela se adaptar com uma prótese também. O que não significa que todas as crianças que receberam as próteses continuem usando as próteses. Nós temos uma psicóloga também. que acompanha todo o processo de adaptação da criança, ela falou uma vez que é importante que a criança que possui uma deficiência, seja de nascimento ou adquirida, que ela tem a oportunidade de testar um dispositivo e depois ela vai falar se quer ou não utilizar. Isso para o desenvolvimento dela é melhor do que ela pensar “se eu tivesse uma mão eu seria feliz” ou “eu não sou feliz porque eu não tenho, porque eu sou pobre”. Desburocratizar isso é muito importante, porque a criança  vai ter oportunidade de escolher o que que ela quer para ela.

  1. Pode falar um pouco sobre o seu sentimento com a realização deste trabalho?

Nós vamos continuar chamando de mão 3D mas o nome é “grupo de biomecânica e forense” mas o que se tornou popular foi o nome do projeto do programa social.  Os projetos que eu oriento, a minha função é pegar uma ideia e pegar uma pessoa que quer trabalhar naquela ideia, e unir pessoas para trabalhar em conjunto para desenvolver aquela ideia. Disponibilizo uma estrutura em que tenha impressora, computadores, material de pesquisa que possa ser desenvolvido para aquela ideia, publicar sobre isso e divulgar. Nós mostramos todos nossos resultados, os que dão e os que não dão certo, nós utilizamos muito as redes sociais para isso. Tanto o Facebook, Instagram ou no nosso site tem muita informação e eu sempre peço para que os alunos mostrem o que eles estão fazendo e comentando sobre. Porque às vezes um vídeo que você faz de um minuto e coloca no Instagram, já pode motivar um outro grupo lá do outro lado do Brasil a desenvolver a mesma metodologia e atingir uma população que a gente não teria acesso.

Agora nós já estamos tentando fazer próteses a distância, utilizando recursos de telemedicina, pegar as imagens, fazer contato pela internet ou mesmo molde de gesso.  Nós estamos para entregar agora a primeira prótese de um menino que perdeu as duas mãos depois de uma meningite, em Rondônia. É a primeira vez que estamos fazendo a distância, pode ser que não dê certo, mas pode ser que dê.Com isso estamos sempre tentando superar as limitações do projeto e mostrar isso para que as pessoas se motivem ou se inspirem a fazer trabalhos parecidos. Porque nós temos a plena consciência de que a gente não consegue atender nem o nosso estado, imagina o Brasil todo.  Não é essa a missão do projeto, mas a medida do possível nós atendemos quando é viável.

Em relação aos meus sentimentos ao trabalho, para mim não é trabalho. Na verdade quando eu estou fazendo a orientação dos projetos, a cada projeto eu penso que aquele projeto vai ser uma possível solução para um problema que já tem na sociedade.

As vezes eu estou corrigindo a dissertação de mestrado ou vendo as normas da ABNT e está tudo correto. Parece muito que é apenas um projeto de pesquisa, mas ao mesmo tempo que eu faço isso, eu recebo mensagem no WhatsApp mandando uma foto do seu filho que não tem a mão, de um problema que precisaria tirar a orelha, que está com depressão precisa de uma prótese de orelha. Então quando você tem esse paralelo, está desenvolvendo a pesquisa e tem uma necessidade muito real perto de você. Por isso eu digo que não é trabalho, porque trabalho para mim é algo que é mais obrigação,e que você pensa no salário no final do mês.

Todos que trabalham nos projetos veem e precisam ver que não é trabalho, é pesquisa, desenvolvimento profissional e criatividade. É um trabalho voluntário.  Eventualmente as pessoas vão sair daqui com uma experiência e alguns vão sair com o título de mestre em engenharia biomédica. Mas tem alguma coisa maior que é a colaboração e desenvolver, é criar e usar todo aquele conhecimento de matemática, física da parte da engenharia para criar um produto que seja realmente algo vivo e que alguém vá utilizar. Nós fizemos esse projeto com objetivo de dar opção para pessoa que está do outro lado esperando.

Então meus sentimentos e relação ao projeto é de satisfação e gratidão, por ter encontrado uma linha de pesquisa em que é algo que eu gosto de fazer, que motiva as pessoas e que a gente está ajudando outras pessoas também.

Hoje eu não consigo dar conta do número de pessoas que me procuram querendo participar dos projetos, tem até algumas pessoas ficam chateadas e escrevem lá no Instagram “aí eu queria ajudar, mas vocês não deixam”. Infelizmente a gente não consegue atender o número grande de pessoas que nos procuram.

 

 

Luísa

Agência de publicidade e propaganda

 

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