#2 Protótipos impressos em 3d

Modelos geniais de protótipos impressos em 3d

A tecnologia traz grande promessa para prototipagens

Antes da impressão 3D, os protótipos envolviam altos custos e quase eram tratados como se fossem um projeto, perdendo muito tempo com ajustes e revisões. Agora diversos protótipos impressos em 3D permitem uma fabricação muito mais rápida e que as decisões sejam tomadas em curto período de tempo, com baixo investimento

A adoção da impressão 3D em meios industriais está causando grande impacto nos processos produtivos de vários empreendimentos. Rotinas internas passaram a ser mais eficazes, a criação de protótipos mais econômica, e os modelos de negócios mais inovadores. A seguir, separamos alguns modelos geniais prototipagem para você se inspirar e tirar a sua ideia do papel.

Joias

No desenvolvimento e fabricação de joias, ter um protótipo é importante para saber se a peça planejada funciona, se o resultado ficou dentro do esperado e, também, para nortear o desenvolvimento das peças em grande volume, aprimorando todo o processo.

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Fonte Jewels

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Fonte 3Devas

Fone de ouvido

A prototipagem e o desenvolvimento desse fone de ouvido foi totalmente feita numa impressora 3D. O primeiro produto que a Print+ desenvolveu é um fone de ouvido inovador. Ele pode ser montado sem precisar usar solda, cola ou parafuso.

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Fonte Print+

Arquitetura

As impressoras 3D ajudam a aprimorar a produção de modelos arquitetônicos com estruturas mais detalhadas e complexas. Maquetes e projetos podem ser produzidas em pouco tempo.

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Fonte Hometeka

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Fonte Fluxo Consultoria

Medicina

Os avanços no campo da medicina tem sido feita com materiais biocompatíveis. As peças podem estar em contato com alimentos ou tecidos humanos e até mesmo serem implantadas no corpo sem riscos.

#Ossos

Impressão de protótipos de ossos em 3D já é a usada na Escócia tornando as cirurgias ósseas muito mais precisas. Uma produção artesanal de protótipos dessa bacia, por exemplo, levava semanas e não saía por menos de US$ 3,9 mil. Agora, demora 12 horas e custa US$ 570. Moral da história: ficou mais rápido e mais acessível tratar o paciente.

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Protótipo de uma bacia impresso em 3D. Fonte Revista Galileu

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Médico chinês Liu Zhongjun mostra uma vértebra produzida com impressora 3D, que foi implantada em um paciente de 12 anos com câncer nos ossos. Fonte Banco da Saúde

#Planejamento cirúrgico

Réplicas do rosto de pacientes feitas com impressoras 3D ajudam a planejar cirurgias de reconstituição da face. Estas próteses ajudam a orientar os cirurgiões e a realizar incisões no local exato, diminuindo os riscos de erros.

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Fonte Mariana Paschoal/ VEJA

#Órgãos

Para o futuro, a grande promessa são órgãos humanos impressos em 3D com células do próprio paciente, chamado de biomaterial. Nos EUA já foi impresso protótipos de tecido do fígado que reproduzem a composição e arquitetura natural. O objetivo destes testes é salvar a vida de pessoas que estão na lista de espera por um transplante – no Brasil, mais de 42 mil indivíduos esperam por um órgão – a bioimpressão também pouparia a vida de milhares de animais que são usados para testes de produtos.

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Fonte Dino

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Fonte Wake Forest Baptist Medical Center

#Odontologia

Outro segmento que vem sendo impactado pelas impressoras 3D são os consultórios odontológicos. São muitos os profissionais que já usam protótipos  impressos em 3D para a simulação da mordida, diminuindo as chances de erro e retrabalho.

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Fonte Dental Diagnóstico

Rodovia

Os primeiros a utilizar a tecnologia 3d na fabricação de peças, ferramentas e protótipos foram as indústrias automotiva ou aeronáutica.

#1 Peças para caminhão e ônibus

A MAN Latin America trabalha para a produção de cerca de 250 peças  de protótipos impressos em 3d ao ano. A fabricante de caminhões e ônibus Volkswagen e MAN, também passou a recorrer à tecnologia para produzir itens de maior complexidade e ainda moldes para outras peças. Conseguimos uma redução de mais ou menos 80% no custo de elaboração dos componentes 

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Fonte Rodovia Brasil

#2 Peças para carro

Já a Ford é uma das pioneiras no uso da impressão 3D e comemorou a produção 500.000 de peças de protótipos com essa técnica. A marca usa a impressão 3D para produzir rapidamente peças de protótipos, encurtando em meses o tempo de desenvolvimento de componentes usados em todos os veículos, como cabeçotes, coletores de admissão e entradas de ar.

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Fonte Folha Vitória

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Fonte Ilterriorm

Design assento

Este protótipo serve para testar o que foi desenhado e detectar problemas de equilíbrio, por exemplo. Atualmente muitas escolas de design e arquitetura já utilizam esta tecnologia para prototipar uma ideia ou projeto, ao invés de utilizar o papel e caneta e acabar deixando no esquecimento alguns projetos.

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Fonte Stratasys

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Fonte Vila Bacana

Já a designer Lilian Van Daal, utilizou a impressão 3d para testar seu protótipo de assento para estofados, com bases macias e confortáveis.  Ela quer que o produto final seja produzido totalmente em uma impressora 3D.

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Fonte Trend Movel

Moda

Combinar diferentes tipos de tecidos com a impressão 3D, substituir o tecido pelo plástico flexível, ou montar uma malha em pequenos fragmentos articulados é uma forma de explorar novas facetas na moda e propor uma nova visão no setor têxtil. O objetivo é oferecer um produto personalizável e fabricar de acordo com a demanda, diminuindo o desperdício e ajudando o planeta.

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Fonte CiaIndumentaria

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Fonte LwtSistemas

Tecnologia da Informação

Ferramentas, acessórios para máquinas-ferramenta e ferramentas manuais também usam a modernidade da impressão 3D para seus protótipos. Vale ressaltar aqui que essas placas não tem como objetivo substituir as PCBs fabricadas em massa, e sim servir como ferramenta de prototipagem que pode ajudar a chegar no resultado final mais rápido.

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Fonte Gengscann Automação

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Fonte Kickstarter informatica-prototipo-impressora-3d

Gastronomia

E se na hora de comprar cartuchos novos para a impressora você pedisse sabores em vez de cores? A impressão 3D se aproxima da cozinha e já está em teste o desenvolvimento de um protótipo de impressora capaz de criar comida.

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Fonte Science Daily

E ai, curtiu?

Em resumo, podemos dizer que se você se considera uma pessoa criativa, tem gosto por aprender coisas novas e está sempre querendo criar, a impressão 3D é tiro certeiro para você materializar logo a sua ideia.

Use e abuse da Cammada e imprima seu protótipo com a gente!

 

#1 Protótipos impressos em 3d

As vantagens do protótipo impresso em 3d

Saiba a forma mais rápida e econômica de experimentar um projeto

Seja qual for o produto que sua empresa pretende desenvolver, criar um protótipo é crucial para o processo de design. Ao criar um protótipo, é possível simular uma versão “teste” do produto ou projeto e verificar quais os aspectos que valem a pena desenvolver de fato e quais partes precisam ser revisadas ou descartadas. Nesse processo, você pode acabar encontrando falhas que você ainda não havia notado ou sequer pensado.

Além disso, criar um protótipo permitirá que a equipe de desenvolvimento não somente avalie, mas também teste o produto antes de entrar em produção total e apresentar ao seu cliente.

É mais fácil aprendermos o conceito da ideia analisando modelos reais do que imaginários. Portanto, as prototipagens impressas em 3D promovem uma avaliação mais eficiente junto com o seu cliente antes de serem futuramente desenvolvidos, pois com o protótipo em mãos é possível avaliar, tocar e visualizar melhor cada detalhe, tornando assim uma melhor experiência e comunicação com o projeto a fim de guiar decisões.

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Protótipo de cadeira 3d, design Gemma Bernal, tecnologia impressa Polyjet. Fonte Diário Design.

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Acabamento cromado, aplicado a um protótipo de torneira impresso em 3D, com tecnologia Object, material verowhite. Fonte Diário Design.

Quais as vantagens da prototipagem?

  • Baixa demanda de tempo para desenvolvimento e consequentemente, baixo custo
  • Facilita a visualização do produto para o cliente desde a fase inicial
  • Possibilita receber o feedback do cliente em tempo ágil
  • Facilita o levantamento de requisitos e funcionalidades
  • Possibilita estimar de forma mais precisa a complexidade e tempo de desenvolvimento
  • Possibilita a realização de testes interativos
  • Reduz os esforços de desenvolvimento
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Protótipo de um coração artificial impresso em 3D. Fonte Engadget.

Conclusão

“É mais barato alterar um produto na sua fase inicial do que fazer alterações em um produto acabado. Estima-se que seja 100x (cem vezes) mais barato efetuar alterações antes de se começar a programar do que esperar que todo o desenvolvimento tenha sido efetuado.” Jakob Nielsen, 2013.

O objetivo da prototipagem impressa em 3d é testar cada funcionalidade de nosso produto antes de colocá-lo em produção e, assim, aumentar consideravelmente as chances de sucesso, otimizando tempo e reduzindo o esforço de desenvolvimento. Neste sentido, protótipos são necessários para trazer mais agilidade e assertividade nos processos de desenvolvimento.

Projetistas, designers, pesquisas científicas, escritórios de engenharia e de arquitetura, escolas técnicas ou estúdios, não se arrisquem! O importante é prototipar.

Ficou alguma dúvida? Converse com a equipe da CAMMADA!

 

#3 Não é magia. É 3D.

É verdade que fizeram um caiaque a partir da tecnologia de impressão 3D?

Em 2014 o engenheiro americano Jim Smith amante de caiaques decidiu fazer um para si mesmo através da impressão 3D. Para isso  utilizou-se do material plástico ABS com uma câmara aquecida para não haver rachaduras. O que impressiona é que o caiaque demorou apenas 42 dias e foi feito na mordomia de sua casa. No total foram realizadas 28 seções de impressão e Jim fez questão de utilizar cores diferentes com finalidade de apresentar melhor as peças.

Fonte da imagem: Revista Náutica – Jim Smith remando em seu caique.

O caiaque tem pouco mais de 5 metros, pesa 26,3 quilos e custou cerca de 500 dólares para ser impresso e montado.

Esse é mais um belo exemplo das inúmeras possibilidades que a impressão 3D oferece aos seus usuários. Mas não é preciso ter a impressão 3D em sua casa mais. A Cammada é uma plataforma que aproxima você dos grandes printers (empresas e pessoas que já possuem a impressão 3D) no cenário brasileiro e ainda simula o preço a partir de uma calculadora própria para isso.

Confira nossa galeria e veja mais exemplos do que é possível imprimir:

http://cammada.com/galeria

 

 

 

 

 

 

 

#1 – Materialize sua ideia

Uma entrevista especial com J.J Alves para mostrar como você pode materializar sua ideia com a impressão 3D

A tecnologia da impressão 3D vem criando oportunidades únicas para inúmeros segmentos do mercado. Com a finalidade de exemplificar melhor isso aos nossos internautas de plantão, a Cammada entrevistou José Alves, numa troca de mensagens por e-mail, que está utilizando a impressão 3D para constituir seu mais novo projeto de boardgame (jogo de tabuleiro) denominado “Hamelin: O incrível mundo do buraco de rato”.

Segue abaixo a entrevista completa:

  • Quem é José Alves?

Um sonhador que acredita que a imaginação é o remédio para muitas dores. Moro atualmente em Belém do Pará. Sou administrador e Escritor. Sou esperançoso quanto a vida e acredito que paz e a empatia precisam ser cultivados.

  • Hamelin é o nome do seu jogo. Por quê desse nome?

Hamelin: O incrível mundo do buraco de rato.

O nome Hamelin refere-se a um conto antigo chamado “O flautista de Hamelin” que reescrito pelos irmãos Grimm. O conto narra acontecimentos no mínimo peculiares de uma cidade infestada por ratos. Os governantes do local decidem contratar uma famoso flautista que diz que com sua flauta consegue encantar qualquer um. A ideia dos governantes é que o Flautista encante os ratos e os tire da cidade. Ao final a recompensa prometida pelos governantes não é paga. Um das variações deste conto em que vou me ater, é que, o Flautista por não ter sido pago e humilhado, retorna com todos os ratos para a cidade.

A escolha por um tema como esse é pela fascinação que a história possui de trabalhar as morais presentes na história e como as pessoas reagem diante de fatos não tão incomuns assim.

 

  • Qual é a história do jogo?

Conta uma lenda antiga que um conhecido gigante teria controlado todos em Hamelin por meio de uma flauta encantada.

Os ratos viviam amedrontados e receosos devido a esse tormento, até que um ratinho resolveu se rebelar contra o terrível algoz. Organizou, então, um pequeno exército e marchou contra o gigante, a fim de derrotá-lo. Mas o combate não foi necessário, pois o rato aproveitou que o gigante estava dormindo e furtou sua flauta encantada. Sem o artefato do poder, o gigante foi expulso para além dos domínios de Hamelin.

O rato assumiu o controle da cidade dos ratos e de todas as outras criaturas que ali habitavam, entre elas os gatos que ciumentos e muito astutos, viam o rato como inimigo e almejavam derrotá-lo. O rato, então, recebeu o título de Grande Rato e passou a comandar, recluso, todo o mundo do buraco de rato e suas infindáveis regiões.

O Grande Rato nomeou poderosos chefes de Estado para governar, influenciar o povo e abafar qualquer resistência. Os anos se passaram e o Grande Rato desapareceu, mas seu nome persistia e era sussurrado pelos becos de Hamelin. Aos poucos, o Grande Rato tornou-se uma lenda, um mito.

Heróis levantam-se contra o regime do Grande Rato e buscam desestabilizar o sistema, a fim de devolver o poder ao povo. Esses heróis são conhecidos como Paladinos. Eles são uma força de resistência à opressão. Nas ruas, sua presença é frequente e, aliados a outras raças, que compartilham com eles da mesma ideia, procuram desafiar as forças do Grande Rato. Mas eles sabem, as paredes têm ouvidos e todo cuidado é pouco.

  • Quem são os personagens do jogo?

São variados os personagens e alguns ainda estão sendo criados. Mas vamos para alguns protagonistas:

Ratáro é um engenheiro brilhante e muito criativo. Dirigir quaisquer veículos para este rato, torna-se uma tarefa fácil, além de desarmar qualquer artefato que possa mandar tudo pelos ares.

Ratina é uma policial exemplar da corporação ‘Faro’. Desde jovem seu maior desejo era tornar esse mundo um local melhor para viver. Ela faz parte de uma geração que não se permite implantes biônicos e outras tecnologias para aumentar suas capacidades.

Ralice é uma famosa espiã e assassina. Ela era uma das Chefes de Estado do Grande Rato, mas despertou para o inevitável e percebeu que o sistema era cruel com os mais fracos. Numa ocasião, sua irmã foi levada por Drakon, uma cobra executiva cheia de veneno, para uma prisão eterna, uma prisão para a mente. Após esse episódio, Ralice jurou vingança e prometeu resgatar a irmã e lutar contra toda opressão do regime do Grande Rato.

Rói J é um caçador de recompensas. Um ex-policial da corporação de elite, conhecida como ‘Faro’. Um evento controverso o fez deixar a corporação. Mas uma vez ‘Faro, sempre Faro’, e ele permanece usando o uniforme, mesmo realizando operações à margem da lei.

O Rato de Esgoto foi abandonado para morrer no esgoto, este rato cresceu em meio a diversidade e violência do submundo e Hamelin. Suas habilidades foram forjadas nos ambientes úmidos e pútridos dos esgotos.

Grande Rato é o próprio sistema do jogo. É ele quem comanda as hordas de vilões para abafar a resistência dos Paladinos. Ele não aparece no jogo é uma referência de comando que favorece as teorias conspiratórias. O personagem foi criado baseado no personagem Big Brother no romance 1984 do escritor George Orwell.

Existem mais de 25 personagens criados, entre Paladinos(jogadores), vilões secundários e Boss.

  • A jogabilidade desenvolvida?

Cooperativo, Jogo em Equipe, Rolagem de Dados e Seleção de Cartas.

  • Por que a escolha de desenvolver as peças com a impressão 3D?

Creio que o apelo deste produto requer miniaturas. A escolha pela impressão 3D é uma forma de promover o jogo para o mercado. Há outras alternativas que estão sendo estudadas, mas o fato de usar a tecnologia me permite experimentar certas nuanças do projeto antes de dá-lo como finalizado.

  • Onde você conheceu a Cammada?

Através da Internet. Fiz uma intensa pesquisa através de notícias. Relacionei as informações com os sites que estavam publicando as notícias, procurei saber quem estava por trás do empreendimento para só então começar a parceria do serviço.
Minha intenção é desenvolver mais produtos relacionados a impressão 3D para outros jogos. Estou com uma ideia de trabalhar encaixes para os personagens, uma ideia que pode agregar mais valor ao produto.

Como será feito sua comercialização ?

Ele será comercializado, mas não tenho meta ainda proposta, esse não é o momento de estabelecer pontos para o lançamento. O mercado é complexo e adiantar algo sem o devido planejado pode causar o fracasso do projeto. Além disso, o mercado nacional é extremamente.

Sobre como será a comercialização, os modelos são os seguintes:

1 – Parceria com uma editora;

2 – Financiamento coletivo;

3 – Pré-venda pelo site do jogo;

Segue aqui os endereços de informações sobre o jogo:

https://ludopedia.com.br/jogo/hamelin-o-incrivel-mundo-do-buraco-de-rato

www.jjalves.com.br

https://www.facebook.com/jogodetabuleirohamelin/

 

 

#2 – Não é magia. É 3D

Será possível imprimir casas inteiras em 3d?

Casas impressas em 3d é uma realidade já presente 

Já há inúmeras iniciativas no mundo todo para o desenvolvimento de impressoras grandes o suficiente para a construção de casas, baseando-se no mesmo processo das impressoras de mesa, mas utilizando materiais diferentes como fibras de madeira, metal, cimento e outros.

Em 2017 a companhia de impressão em 3D Apis Cor usou toda sua tecnologia para imprimir uma casa inteira em 24 horas com um custo em torno de US$ 10 mil (equivalente a R$ 31 mil) . A vantagem desses equipamentos é a construção em alta velocidade, sustentabilidade e eficiência.

A Apis Cor afirma ainda que, graças à mistura de concreto utilizada no projeto, o imóvel tem uma expectativa de vida de cerca de 175 anos. Como se isso não bastasse, a companhia quis provar que esse tipo de projeto pode ser levado até mesmo para locais com temperaturas mais extremas e fez a construção de sua casa de testes sob o ar congelante da cidade de Moscou, na Rússia.

É importante compreender que houve trabalho humano na operação para fazer todo o acabamento, como colocar as janelas, pintar a casa e pôr o piso. Outro método para construção de casas mais complexas é o que a empresa chinesa WinSun New Materials realiza desde 2016. A construção se baseia em imprimir camadas com um material composto de cimento e fibra de vidro. Posteriormente juntam suas partes com  vergalhões de aço e modelam tanto casas como prédios.

Aqui no Brasil a startup Urban 3D também está comprometida a utilizar a tecnologia de impressão 3D para a construção civil com a finalidade de erguer habitações mais sustentáveis e mais baratas nas diversas cidades brasileiras. A empresa entende que é imprescindível aliar as novas tecnologias para otimizar o processo de construção podendo auxiliar no desenvolvimento de mais moradias em um país que sofre com conflitos territoriais.

O interessante é que essa tecnologia possibilita a reciclagem de restos de cimentos  e outros materiais deixados na construção de casas tradicionais. Imagina ter sua casa feita em 24 horas por uma impressão 3D gigante de maneira sustentável, economizando recursos e dinheiro. Isso não está tão longe de acontecer.  

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Fonte da imagem: Casa impressa em 3D. em 24h Apis Cor.

Vídeo relacionado:

https://www.youtube.com/watch?time_continue=2&v=xktwDfasPGQ

Fontes: Exame, TecnoBlog, Tecmundo.
 

#1 – Não é magia. É 3D

É verdade que já é possível imprimir órgãos humanos com uma impressora 3D? Qual é o material utilizado e como isso é possível?

Apesar de já ser possível imprimir órgãos humanos em uma impressora 3D, ainda deve demorar um tempo para que essa tecnologia chegue aos laboratórios e hospitais da mesma forma que aparece nos filmes. Atualmente, a aplicação biomédica da tecnologia de impressão 3D é voltada para a fabricação de tecidos da pele e cartilagens, usados para testar novos medicamentos e cosméticos.

A forma como isso funciona é semelhante ao modo como uma impressora 3D normal trabalha. A diferença está na matéria-prima que, em vez de ser um filamento plástico, é uma mistura de células-tronco com células de algum órgão específico, como um rim, por exemplo.

Cientistas da Universidade da Pensilvânia desenvolveram um sistema capaz de imprimir vasos sanguíneos. A tecnologia deles é muito inteligente: a impressora cria “guias” com açúcar, que é estabilizado com um polímero especial. Depois disso, uma série de células é depositada sobre esses trilhos de açúcar, transformando os tubos em um tecido vivo.

Em 2016 cientistas chineses do Centro de Pesquisa de Medicina Regenerativa do Hospital West China, na Universidade de Sichuan, anunciaram um verdadeiro marco no que toca à biotecnologia com células-tronco: a implementação de vasos sanguíneos 3D em macacos foi capaz de promover uma regeneração no tecido vascular. Ou seja, os tecidos 3D implantados se uniram aos originais e cresceram juntos de maneira regular.

Outra técnica que está sendo aprimorada no Japão é a fabricação de biotintas e enzimas naturais para a junção das células. Isso vai permitir a impressão 3D de estruturas biológicas mais complexas usando vários tipos de células diferentes.

Tudo ainda está em fase de teste, mas é  certo que muitas pessoas ao redor do mundo todo já estão pesquisando maneiras de viabilizar a fabricação de órgãos, com a finalidade de salvar milhares de vidas que estão atualmente nas filas de transplante ou na fila de doação de órgãos.

Fonte da imagem: Impressão em 3D na medicina.

Vídeo relacionado:

https://www.youtube.com/watch?v=Kef29bIXI6c

Fontes: Tecno Mundo, Tecno Blog, Exame, Euro News

 

Comunicação Produtiva (ou, Impressão 3D e a nova Revolução Industrial)

A popularização da internet possibilitou — e vem possibilitando cada vez mais — uma maior troca de informações entre as pessoas. De qualquer lugar do mundo um internauta consegue acessar o Google ou diretamente o Wikipédia e consultar informações variadas, não deixando nenhuma dúvida para depois ser tirada na Barsa. Com o surgimento das redes sociais, esta relação de troca se tornou ainda maior. Hoje em dia, uma plataforma social permite que cada indivíduo compartilhe suas ideias, conhecimentos, opiniões e até sentimentos (por que não?), podendo inclusive iniciar uma relação pelo Tinder.

Enquanto no aspecto social a internet trouxe mudanças determinantes no modo de viver das pessoas, no aspecto de consumo não houve ainda uma mudança significativa que sustente uma quebra de paradigma. É inegável que, com a redução das barreiras geográficas promovidas pela internet, o alcance do comércio online ampliou-se para uma escala global. Porém, o conceito primário permanece inalterado: um produto continua sendo escolhido em uma prateleira de opções limitadas, só que agora é virtual.

Através do e-commerce, a internet potencializou a sociedade de consumo e sustentou o crescimento da produção em economia de escala. Portanto, deixamos de ser uma sociedade que — no passado — tinha restrições de escolha e consumia menos por isso; para nos transformar em uma sociedade que consome compulsivamente, mas com baixa criatividade se compararmos às possibilidades que temos. Há um volume de informações incomensurável a pouquíssimos cliques de distância e optamos por escolher um produto simplesmente pela sua marca ou “design moderninho”.

Com o desenvolvimento dos estudos ergonômicos e o avanço do design no cenário mundial, os objetos de desejo dos consumidores estão começando, devagarinho, a deixar de ser uma “peça de marca” e estão passando a ser um produto “sob medida” (produzido exclusivamente para mim!). Ao passo que o desejo de compra do consumidor torna-se mais customizado, o comportamento do mercado precisa se adaptar a essa nova realidade.

E qual é a solução para o desenvolvimento desse novo modelo de consumo? Não me atrevo a responder essa pergunta numa tacada só, mas arrisco indicar um caminho: comunicação em rede + produção aditiva.

Com a evolução das impressoras 3D, surge a possibilidade de uma real quebra de paradigma na metodologia de fabricação. Assim como o primeiro tear mecânico reduziu o tempo de produção e a necessidade de mão-de-obra no século XVIII, modificando completamente a estrutura produtiva daquela época; a impressão 3D pode redesenhar o comportamento das transações comerciais da atualidade, permitindo que produtores de pequena escala passem a dividir as fatias dos mercados próximos a eles.

É um sonho? Talvez ainda seja, mas acredito que a união de fatores presentes nas redes sociais e na produção aditiva poderá promover algo maior, algo utópico, que permitirá a pulverização dos centros fabris e uma aproximação do homem com a produção em menor escala.

O imaginário da Cammada está em uma grande rede de comunicação capaz de unir inúmeros micro fabricantes com o objetivo comum de fabricar produtos personalizados para atender à criatividade humana. Isso é comunicação produtiva.